A ALAVANCA DE ÁTILA
“Dêem-me uma Alavanca e um ponto de apoio, que moverei o mundo.”
Átila
Uma força estanha move as minhas mãos,
No meu coração sinto a paz, a leveza.
E no meu peito a fluidificar a força.
A princípio aos poucos…
Até que sai como se já fosse natural desde sempre.
Para alem da emoção sinto toldados os velhos hábitos e rotinas emocionais,
Lavados pela força que move a minha energia, como um rio cristalino.
É como se eu não fosse eu, uma versão melhorada de mim.
Que reverte no encontro com o outro que precisa, e assisto, a fluir de mim.
Muito para alem da emoção e da razão encontro-me lentamente com a minha essência,
Sem ficar para alem da razão ou da emoção, continuo, vou mais longe em mim.
Não descubro, não quero ir, vivo cada momento como se esse fosse o momento.
Perto de tudo e de nada, simplesmente existo a fluir na leveza que me sai do peito em felicidade.
Em condição essencial de ser, só essência, que sente e flúi para toda a essência, de todas as essências.
Para alem de mim,
Afinal estou eu…
Encontro-me em mim…
Fora de mim,
Na minha essência…
No meu eu de sempre,
E para sempre…
Encontro-me no Amor,
De Sempre e para Sempre,
Na minha condição primordial,
Pratico e vou mais perto de mim.
Mais perto da força que não impõe,
Que só sente e nutre, em silencio, em Paz.
E encontro-me com os outros, parte esquecida de mim.
A Paz que ajuda a criar e manter a Felicidade, somos nós, cada um de nós.
Somos todos…
A Essência…
Filhos do Universo,
Filhos do Amor,
Gerados na magia da Luz
Em Amor,
De sempre,
E para sempre…
Somos a mais pequena parte do milagre,
Somos Amor.
E Fraterno,
Por sermos Todos,
»»»Um.««« BRACO